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NOTÍCIAS DA COOPERATIVA PRIMATO

Primato é reconhecida com Selo SESI ODS por práticas que transformam realidades
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Primato é reconhecida com Selo SESI ODS por práticas que transformam realidades

25/11/2025 | Ícone Minitag 

Do combate ao preconceito etário à recuperação de vidas e à redução de emissões que impactam o planeta, a Primato Cooperativa Agroindustrial mostra que é possível transformar realidades. Essa trajetória rendeu à cooperativa, em 2025, mais um Selo SESI ODS — reconhecimento máximo a ações alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

A entrega do certificado ocorreu em outubro, coroando o esforço contínuo da cooperativa em construir uma sociedade mais justa, inclusiva e ambientalmente responsável. Mais do que um reconhecimento, o Selo SESI ODS representa a consolidação de uma cultura organizacional orientada à responsabilidade social e à inovação sustentável.

“Receber o selo é o reflexo do nosso propósito de gerar valor não apenas para nossos cooperados, mas também para toda a comunidade. São projetos que transformam vidas, fortalecem vínculos e mostram que desenvolvimento e solidariedade podem caminhar juntos”, afirma Egielise Pinow, analista de processos da Primato.

Primato 50+

Entre os projetos certificados, o Primato 50+ ganhou destaque por promover a inclusão produtiva de pessoas com 50 anos ou mais no mercado de trabalho. A iniciativa nasceu da necessidade de suprir a demanda por mão de obra qualificada, ao mesmo tempo em que combate o preconceito etário e valoriza a experiência como diferencial competitivo.

Desde 2022, a cooperativa intensificou suas ações voltadas à contratação desse público, obtendo crescimento médio de 86% ao ano nas admissões. Atualmente, 143 colaboradores ativos com mais de 50 anos integram o quadro da Primato, número que representa um aumento de mais de 1.000% em relação a 2022.

De acordo com a encarregada de Recursos Humanos da Primato, Angela Carina Frada, o projeto é um reconhecimento ao potencial e à sabedoria de quem ainda tem muito a contribuir. “A geração 50+ carrega características muito próprias, são profissionais que prezam por ordem e disciplina. Esses são aspectos culturais que transmitem estabilidade, otimismo e uma visão madura sobre o trabalho. Já os mais jovens atuam com maior fluidez, onde a vida profissional e pessoal andam juntas”, pontua.

“Quando essas duas formas de enxergar o mundo se unem, a organização ganha o melhor dos dois lados, onde experiência e constância dos 50+ são somadas à inovação e agilidade das novas gerações”, complementa Angela, reforçando que essa integração gera desenvolvimento e fortalece a cooperativa, além de proporcionar um ambiente de trabalho cooperativo e diverso.

Fazenda da Esperança

Outro projeto reconhecido pelo Selo SESI ODS é a parceria com a Fazenda da Esperança Cristo Rei, comunidade terapêutica, localizada em Toledo (PR), que acolhe cerca de 60 homens em processo de recuperação da dependência química. O trabalho desenvolvido no local prioriza a responsabilidade, a rotina e o desenvolvimento de habilidades práticas, características essenciais para o processo de reconstrução pessoal.

Segundo o presidente voluntário da entidade, Fernandes Marques, a organização interna da comunidade garante que cada participante do programa desenvolva senso de pertencimento e propósito. “Cada um tem um setor. Uns fazem queijos, doce de leite, uns tiram o leite da vaca, outros cuidam da horta. Alguns cuidam da capela e outros são responsáveis pela cozinha central, que alimenta todos os integrantes”, detalha.

A parceria com a Primato é parte fundamental desse processo, especialmente por meio das atividades realizadas na granja de suínos. “Essa granja nos ajuda muito, pois eles desenvolvem tarefas e se sentem úteis. Além disso, acabam desenvolvendo uma profissão, de fato. Aprendem a fazer o manejo e a Primato dá essa assistência técnica e promove cursos para que eles adquiram conhecimento aprofundado com relação à suinocultura”, explica.

A cooperativa oferece assistência técnica veterinária e apoio logístico, garantindo a sustentabilidade do projeto e fortalecendo seu impacto social. A cada ciclo, cerca de 360 pessoas, entre acolhidos e familiares, são diretamente beneficiadas. Para Fernandes, a parceria tem sido determinante na transformação de vidas. “O papel da Primato é fundamental pois os integrantes se sentem muito valorizados. Essa parceria acontece desde 2014 e contribui muito para o crescimento pessoal e reinserção social deles. Muitos seguem essa profissão e saem depois para trabalhar na área da suinocultura”, conclui o voluntário.

“É um exemplo de como o cooperativismo pode transformar vidas, unindo solidariedade, capacitação e geração de renda. O trabalho na suinocultura resgata a autoestima dos acolhidos e abre caminhos reais para uma nova vida”, reforça Egielise Pinow.

Suíno Verde

O terceiro projeto reconhecido, o Suíno Verde, é um modelo pioneiro de logística sustentável. A partir da instalação de biodigestores, os dejetos suínos são transformados em biometano, combustível renovável que substitui o diesel na frota de caminhões da cooperativa.

O impacto ambiental é expressivo: um único caminhão movido a biometano evita até 62 toneladas de CO2 por ano, e a conversão de uma frota de oito veículos reduz quase 500 toneladas anuais de emissões.

Além de diminuir os custos operacionais e a dependência de combustíveis fósseis, o projeto ainda gera fertilizante organomineral, reforçando o conceito de economia circular e beneficiando mais de 50 propriedades rurais associadas.

Compromisso com o futuro

Para o presidente da cooperativa, Anderson Léo Sabadin, iniciativas que unem sustentabilidade ambiental, responsabilidade social e valorização humana consolidam a Primato como referência em desenvolvimento sustentável no cooperativismo brasileiro. “Esses resultados mostram que, quando colocamos as pessoas e o planeta no centro das decisões, o crescimento vem de forma mais sólida e duradoura”, afirma.

Sabadin destaca ainda que “receber o Selo SESI ODS é a materialização de um propósito coletivo de construir, todos os dias, um futuro mais equilibrado, justo e sustentável para as próximas gerações”.

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